
Num tabuleiro bambo
Suspenso por dois pilares
Tento dançar, sorrir, cantar...
O tempo todo de ponta a ponta
Corro pra compensar
O mareado balançar
Do finado firme firmamento
Todo tempo concentrado
Por trás da máscara de um louco.
O vento sopra forte
um novo ritmo surge
Facilita o jogo das peças
Que me pões em cheque...
Nem o copo de whisky bebo todo
A bebida em solo bambo
Força movimentos bruscos
Enquanto sem jeito sambo
Mais uma vez em cheque
Mais uma vez muda o vento
Mais uma vez ruge o tempo
Enquanto tento ir me equilibrar.






